Professores do RJ terão reajuste do piso salarial com pagamento retroativo a janeiro de 2026
Rio de Janeiro, RJ – Os profissionais do magistério da rede estadual do Rio de Janeiro terão direito a uma complementação salarial para garantir o cumprimento do Piso Salarial Profissional Nacional (PSPN). A medida foi regulamentada pelo Governo do Estado por meio de decreto publicado nesta semana e prevê pagamento retroativo a 1º de janeiro de 2026.
A iniciativa beneficia professores ativos, contratados temporariamente e também aposentados e pensionistas que possuem direito à paridade remuneratória.
Resumo da notícia
O que aconteceu: Governo do Estado regulamentou a complementação salarial para garantir o piso nacional dos professores.
Quem será beneficiado: Professores da rede estadual, temporários, aposentados e pensionistas com direito à paridade.
Quando passa a valer: Os efeitos financeiros são retroativos a 1º de janeiro de 2026.
Valor do piso nacional: R$ 5.130,63 para jornada de 40 horas semanais.
Próximo passo: A Secretaria de Estado de Educação ficará responsável pelo pagamento da complementação.
Governo regulamenta pagamento do piso nacional
O decreto publicado pelo Governo do Estado estabelece que os profissionais do magistério da educação básica receberão uma complementação salarial sempre que o vencimento estiver abaixo do Piso Salarial Profissional Nacional definido pela legislação federal.
O objetivo é assegurar que os servidores da educação estadual recebam, no mínimo, o valor estabelecido nacionalmente para a categoria.
Quem terá direito ao reajuste
A medida contempla diferentes grupos de profissionais da educação, incluindo:
- Professores em atividade;
- Docentes contratados temporariamente;
- Professores aposentados;
- Pensionistas com direito à paridade salarial.
Para quem possui jornada inferior a 40 horas semanais, a complementação será calculada proporcionalmente à carga horária exercida.
Piso nacional será referência para o cálculo
O valor de referência adotado pelo decreto é o Piso Salarial Profissional Nacional de R$ 5.130,63, válido para profissionais que cumprem jornada semanal de 40 horas.
Quando o vencimento básico do servidor for inferior ao piso nacional, será paga uma complementação específica para atingir o valor mínimo previsto em lei.
Pagamento será feito em rubrica específica
Segundo o decreto, a complementação salarial será paga por meio de uma rubrica própria, criada exclusivamente para essa finalidade.
O benefício terá caráter temporário e não será incorporado automaticamente às demais vantagens remuneratórias, indenizações ou gratificações.
A exceção são os triênios, que poderão sofrer impacto em razão da atualização do valor utilizado como base remuneratória.
Valores serão pagos de forma retroativa
Embora a regulamentação tenha sido publicada apenas agora, o decreto determina que os efeitos financeiros da medida passam a valer desde 1º de janeiro de 2026.
Na prática, isso significa que os profissionais contemplados terão direito ao recebimento das diferenças salariais acumuladas desde o início do ano, conforme os critérios definidos pela Secretaria de Estado de Educação.
Recursos sairão do orçamento estadual
O pagamento da complementação será custeado com recursos do orçamento da Secretaria de Estado de Educação e do Rioprevidência, responsável pela gestão previdenciária dos servidores estaduais.
O que o professor precisa saber
- O reajuste garante o cumprimento do piso nacional do magistério.
- O piso de referência é de R$ 5.130,63 para jornada de 40 horas.
- O pagamento será retroativo a 1º de janeiro de 2026.
- Professores ativos, temporários, aposentados e pensionistas com paridade estão entre os beneficiados.
- A complementação será paga em rubrica específica prevista pelo decreto.
Perguntas frequentes
Quem terá direito ao reajuste?
Professores da rede estadual em atividade, contratados temporariamente, aposentados e pensionistas que possuam direito à paridade remuneratória.
O pagamento será retroativo?
Sim. O decreto determina que os efeitos financeiros sejam retroativos a 1º de janeiro de 2026.
Qual será o valor do piso?
O piso nacional utilizado como referência é de R$ 5.130,63 para profissionais com jornada de 40 horas semanais.
O reajuste será incorporado ao salário?
A complementação será paga em rubrica específica e, conforme o decreto, não será incorporada às demais parcelas remuneratórias, exceto nos casos previstos para os triênios.
Fonte
Fonte: Governo do Estado do Rio de Janeiro / Secretaria de Estado de Educação.
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